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MP exige instalação de caixas d’água no Mercado Público de Porto Alegre

Data: 11/09

Incêndio destruiu parte superior do prédio histórico no início de julho. Previsão é que reforma completa no local termine em cerca de 10 meses.

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As obras de recuperação do Mercado Público de Porto Alegre após o incêndio que destruiu a parte superior do prédio histórico no início de julho só devem terminar em 10 meses. O investimento total será de cerca de R$ 10 milhões. O Ministério Público exige a instalação de duas caixas d’água de 15 mil litros cada para servir de suporte em caso de um novo incêndio.

“São muitas obras além do restauro e do telhado. Estamos na segunda e terceira fase, agora também tomamos uma decisão de colocar uma iluminação provisória na parte de cima”, disse o vice-prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo.

Dois meses após o incêndio, o movimento voltou ao Mercado Público. No entanto, uma lona preta encobrindo parte do andar superior ainda lembra a noite de 6 de julho. O prédio, com mais de 140 anos de história, foi atingido por um incêndio. O fogo destruiu 10% do Mercado. A reabertura só ocorreu 38 dias depois, em 13 de agosto.

Na área destruída, um impermeabilizante foi colocado para evitar infiltrações. A rede elétrica foi recuperada, mas, por enquanto, só atende o primeiro andar, o menos atingido pelo incêndio. Cerca de 10% das obras de restauração estão finalizadas. O teto, que antes tinha madeira e fibra, vai ser substituído por concreto, ferro e vidro, material mais resistente ao fogo.

Das 110 bancas, 96 já voltaram a funcionar. Oito bancas tiveram perda total no andar de cima e as outras seis estão sendo reformadas. A ideia é realocar os comerciantes que estão sem trabalhar para o espaço de eventos do Mercado.

“Estamos fazendo várias reuniões com estes permissionários para ver a possibilidade da construção de uma cozinha provisória onde hoje está reservado para os eventos do Mercado Público. Eles teriam uma cozinha coletiva para estes oito restaurantes. Talvez não possam produzir tantos pratos”, disse o vice-prefeito de Porto Alegre Sebastião Melo.

A situação também preocupa os outros comerciantes. É com a união que o Mercado tenta se reerguer. “Mesmo quem está aberto está preocupado com os outros que estão fechados. É um lado bom. Nos tornamos muito mais próximos. Nos tornamos muito mais humanos depois do incêndio no Mercado”, disse a comerciante Adriana Kauer.

Fonte: globo.com

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