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Fumaça de incêndio em Valparaíso é registrada por satélite da Nasa

Pelo menos 15 pessoas morreram e 10 mil ficaram desabrigadas. Fogo consumiu mais de 2,2 mil casas na cidade chilena.

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Imagem de satélite de Nasa captou fumaça gerada pelo incêndio em Valparaíso no dia 13 de abril (Foto: Nasa Courtesy Lance/Eosdis Modis /AFP)Imagem de satélite de Nasa captou fumaça gerada pelo incêndio em Valparaíso no dia 13 de abril (Foto: Nasa Courtesy Lance/Eosdis Modis /AFP)

A fumaça gerada pelo incêndio que deixou 15 mortos em Valparaíso, no Chile, foi captada em uma imagem registrada por um satélite de Nasa. O fogo consumiu mais de 2,2 mil casas e deixou 10 mil desabrigados.

A foto feita pela Nasa, divulgada nesta quarta-feira (16), foi registrada por um satélite às 11h10 de domingo (13). A longa coluna de fumaça se estende ao norte pelo Oceano Pacífico, uma indicação clara de que os ventos estavam fortes, alimentando as chamas na cidade.

Muitas pessoas perderam todos os seus pertences no incêndio, devido à rápida propagação e à complexa geografia da região. Além disso, também contribuiu para a tragédia o acúmulo de lixo no topo das colinas, onde começou o fogo.

Os chilenos se mobilizaram pelas vítimas deValparaíso. Os moradores da cidade que não foram atingidos ajudaram os necessitados, distribuindo água, comida e roupas.

Também foram organizadas nesta segunda partidas de futebol beneficentes e campanhas para cuidar dos animais feridos. O Twitter ficou cheio de mensagens de apoio, com a hashtag #FuerzaValpo.

Segundo a agência Efe, o governo chileno destinará de forma imediata 500 milhões de pesos (cerca de US$ 1 milhão) ao município de Valparaíso.

“É para a emergência e retirada de escombros, mas não é a única ajuda que vai ser dada. É a primeira”, esclareceu o porta-voz. Segundo ele, foi pedido à Argentina o envio de aeronaves que apoiem no controle do incêndio, para não desproteger outras zonas do país, informa a Efe.

Onze helicópteros, seis aviões e 2 mil militares e policiais lutavam nesta segunda-feira (14) para controlar os focos do incêndio mais grave da história do porto chileno de Valparaíso, que matou 12 pessoas (Foto: Martin Bernetti/AFP)
Fonte: G1

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