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Polícia e Bombeiros investigam incêndio ocorrido em Itaituba, PA

Incêndio destruiu garagem de transportadora.
Laudo com causas do incêndio tem prazo de 15 dias para ser concluído.

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O Corpo de Bombeiros e a Polícia de Itaituba, no sudoeste do Pará, investigam as causas de um incêndio que destruiu a garagem de uma transportadora do município na noite da última segunda-feira (1º). “A gente constatou o possível local do foco inicial, mas o resultado da perícia só pode ser emitido daqui a 15 dias”, afirma Thiago Vilhena, do Corpo de Bombeiros.

Além dos laudos da perícia, a documentação da empresa também será analisada, de acordo com o delegado José Dias Bezerra. “Vamos analisar a licença ambiental expedida pela Sema (Secretaria de Meio Ambiente), para ver se ela autorizava que o caminhão com combustível e os botijões ficassem naquele local”, afirma o delegado.

Segundo o empresário Cassildo Jacob, dono da transportadora, a garagem abrigava galões de combustível, peças, ferramentas e pneus, além de veículos. Um dos caminhões-tanque estava carregado com cerca de 20 mil litros de óleo diesel no momento do incêndio.

“(O veículo) ia sair no outro dia cedo. Como é uma garagem, eu não posso deixar um caminhão em uma esquina, em uma rua pública, tenho que guardar”, diz o empresário.

O projetista Andreson Gama, que mora ao lado da garagem, conta que precisou tirar a esposa e os filhos pela janela de casa, que teve vidraças e luminárias destruídas pelas explosões no galpão.

“A minha primeira atitude foi tirar as crianças pela janela. Peguei o telefone para ligar para os bombeiros, a gente foi correndo o mais longe possível com as crianças”, diz o projetista, que alugou outra casa para abrigar a família durante a realização de reparos em sua residência.

A onda de calor gerada pelas explosões atingiu o presídio de Itaituba e cerca de 90 presos precisaram ser transferidos com emergência. “A gente teve que deslocar um pavilhão inteiro por questão de segurança, porque o calor estava muito forte, havia várias explosões e isso causou um certo pânico entre os presos”, afirma Amilton Pinheiro, diretor da unidade.

Fonte: G1 Globo

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